sábado, 29 de novembro de 2014

CRÍTICA DO FILME: O LOBO DE WALL STREET (por Alysson Melo)

     

         Logo no começo percebemos o quanto a parceria Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese ía dar certo novamente. O Famoso diretor Scorsese e DiCaprio se reúnem para mostrar a história real de Jordan Belfort, o lobo de Wall Street como era assim chamado.
       Jordan era um sonhador que foi em busca de ir atrás dos seus sonhos e desejos ao almejar trabalhar em Wall Street, após consegui emprego e ser aconselhado de como deveria agir para conseguir sucesso como corretor por Mark Hanna(Matthew McConaughey), que faz uma pequena participação no início do filme.
       Jordan ao perder o emprego vai em busca de outros empregos ao conseguir trabalho como corretor calção e logo põe em prática as técnicas de vendas que aprendeu em seu emprego anterior, após conhecer Danny Porush(Jonah Hill) que se surpreende com a forma de trabalhar e ganho fácil, Jordan se torna amigo de Danny e então vai atrás de futuros vendedores de ações e assim montar sua empresa a :corretora StrattonOakmont e de sua própria ganancia a chance de conseguir dinheiro fácil a custa dos outros e ficar rico.
        Com o sucesso e as falcatruas feitos por sua empresa, Jordan se vê no meio do paraíso de sua vida ao obter fama e sucesso como corretor e ser chamado pelos inimigos de “ O Lobo de Wall Street”, que no início não gosta, mas com o tempo se vê num mundo onde a ganancia pelo dinheiro fala mais alto.
        Regado a bebidas, farras, sexo fora do casamento e drogas, Jordan vê sua vida desmoronar aos poucos pelo vicio das drogas e sua incontrolável vontade de ter mais dinheiro e ter que arcar com as consequências dos próprios atos.
       O diretor Martin Scorsese mais uma vez faz um brilhante trabalho como diretor, trazendo uma história verídica contada de forma narrada pelo protagonista, contando desde o inicio de quando ainda era pobre até seus momentos de sucesso, Scorsese que nos trouxe bons longas anteriores o “A invenção de Hugo Cabret e “A Ilha do Medo”, também com Di Caprio mostra a diversidade de Martin como diretor. Scorsese também acertou em juntar DiCaprio e o ator Jonah Hill que fizeram uma ótima dupla no filme, e uma brilhante atuação de ambos de forma muito convicente.
       A escolha de DiCaprio para viver o papel de Jordan Belfort foi uma excelente escolha de forma que ele levou o longa nas costas de forma incrível e se entregou ao personagem de uma forma tão verdadeira , trazendo uma ótima atuação que foi mais que merecedor ter ganho o Globo de Ouro como melhor ator e ser indicado ao Oscar desse ano, com muitas chances de levar pra casa o tão sonhado Oscar.
       A película em si traz muitas cenas de drogas (muitas mesmo), nudez, sexo, que de uma maneira que em alguns momentos torna a narrativa do longa um pouco cansativa e repetitiva, com a sensação de que você já viu essa cena anteriormente, mas por ser tratar de uma história real isso não pode ser muito levado em consideração.
       Com uma duração de três horas aproximadamente o diretor Martin Scorsese, montou um longa gostoso de assistir, com uma boa pegada pro drama e também para a comédia que faz o tempo passar e o publico se envolver com a história de forma que três horas fazem parecer duas horas, e isso é ótimo para um filme.
       O Encerramento da história foi um dos belos trunfos de Scorsese, mostrando que ele é um dos melhores diretores da atualidade, e merece o posto onde ele está como um dos melhores cineastas de Hollywood.
       Assim poderia definir o Lobo de Wall Street como encantador, realista, primoroso, estarrecedor e um dos melhores filmes do ano.

NOTA: 9,0

Texto: Alysson Melo
Imagem: Internet

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